sábado, 6 de junho de 2015

23ª Consulta: Até para nos podermos levantar temos que chegar ao fim do poço...

Normalmente escrevo o registo das minhas consultas no mesmo dia ou no dia seguinte o mais tardar.
Este vem com uma semana de atraso. Porquê?

Porque eu não ando eu mesma. Porque não me sinto inteira ou dona da minha vontade, força ou espírito. Porque, parafraseando os médicos e enfermeira que me viram no dia da consulta, eu estou com uma depressão. Eu. Com uma depressão. Ainda me soa a anedota ou surreal. Depois de tudo o que já vivi na minha vida. De tudo o que aparei, aguentei, naveguei e superei e estou AGORA com uma depressão? Não me leiam de foram arrogante ate porque como já disse algures, eu escrevo para mim, por mim, em forma de catarse ou organização exterior do que me entope interiormente. E de forma paralela, uso o meu eu como prova de que não sou diferente ou individual e se não o sou, também tu que me lês e pensavas ser o único a passar pelo que descobres agora que eu passo… também não és um ET neste mundo. Na pior das hipóteses, somos dois ET’s neste universo, mas que fiquemos cientes de que sozinhos ou excluídos nunca seremos. Somos apenas complicados e somos mais do que pensamos. Isto é positivo, não achas?


Mas como dizia. Eu estou com uma depressão. 

Eu que não consigo ficar na cama por mais sono que tenha. Que todos os dias faço o que tem que ser feito em casa, dou 150% no trabalho e divido os minutos poucos que tenho em tentar manter vivos os fracos fios de comunicação que me ligam ás pessoas especiais na minha vida. Eu que não me escondo nem desejo de forma alguma terminar a vida que tanto luto para viver e ser minha. Eu estou deprimida. … Tenho que dizer que concordo para que seja real ou é real mesmo que eu discorde? Vale de algo discordar? Ou concordar? O Tó diz que a negação é uma prova da depressão. Acho que ele confunde aqui com os viciados… mas se calhar é tudo o mesmo. Ou parecido. Quem sabe…

A consulta.. como disse no post que escrevi enquanto estava a decorrer a manhã da mesma (ler : Desabafo da primeira parte da consulta...  ) , tive dois (seguido de um terceiro com o nefrologista na altura de saber como correram as analises) breakdowns. Prefiro não me prolongar muito mais na violência emocional que foi aquele dia. Odeio o completo sentimento de medo e receio pelo resultado dos exames e a incerteza de saber como estou. Pior. Saber que não me tenho sentido bem emocional e psicologicamente e o pânico de que isso se comece a manifestar fisicamente. Nem quero recordar esse sentimento por isso prefiro ficar por aqui no que a isso refere.
 
 
Resultados: ureia, creatinina subiram. Nada alarmante mas subiram. Peso subiu. Tensão arterial também subiu. Justificaram em parte pela forma como me tenho sentido emocionalmente. Nervos, ânsia, stress… era quase irreal que não houvessem demonstrações físicas do meu estado constante. E por favor não me digam o que eu sei. Que não me devia de deixar afectar por bla bla, ou que sou mais forte do que bla bla ou que vou ultrapassar isso bla bla.. não me levem a mal, mas eu sei disto tudo. Simplesmente se calhar não sou mesmo tão forte quanto acham. Se calhar não é uma escolha masoquista minha deixar que isto me afecte. Se calhar não sei como ultrapassar isto. Se calhar á momentos em que quero apenas gritar e berrar. Não devo ser uma boa depressiva porque ao invés de esconder-me sobre mantas e chorar o dia todo, eu quero sair á rua e gritar e bufar (com algumas lágrimas ao meio de certeza… eu largo-as quando atinjo picos de emoção) aos quatro ventos tudo o que me pesa na alma.
 
 
Portanto, os valores estão um pouco alterados, mas ainda nada de grave. Foi detectado uma possível nova infecção similar à de Dezembro de 2014 quando tive que estar a tomar aquele medicamente quase 4 meses ou 5.. é identificada nas analises como PTHi. Irei repetir as analises de forma adequada e direccionadas para tirar a limpo se é confirmado ou não daqui a 1 mês. Sim… as consultas ao invés de espaçarem alem dos 2 meses, a próxima encurtou. E pelo médico seria daqui a 10 dias, mas ficou acordado devido a agendas e etc que ficaria para dia 3 de Julho.
 
 
Na medicação alteraram o tacrolimus para 5mg ao invés de 5.5mg. E o medico decidiu receitar-me meio comprimido de Victan de manha e a outra metade de tarde se sentir que preciso. Victan é um antidepressivo. Argumentei que não queria, que tenho receio dos efeitos, que não me quero sentir meio adormecida ou mocada… mas após insistência e recomendação, cá vim com a receita que aviei e tenho tomado o meio comprimido de manha e o efeito é zero. Faz menos que o calmante que tomava antes. Com o calmante ficava calma, com o antidepressivo nesta dosagem, não sinto nadica de nada de efeito. Nem calma nem nada. Mas recuso-me a tomar a outra metade de tarde. Ainda receio ficar uma zombie e pior que isso, criar habituação ou o que seja..  O calmante foi-me dito para tomar só se precisar de ajuda a noite para dormir. Mas também deixei de o tomar.


Faço bem? Faço mal?
Já não sei se o que decido fazer ou as consequências que me acontecem tem alguma influencia minha boa ou má. Sinto-me descontrolada dentro de mim mesma. Como se me tivessem sentado amarrada a uma cadeira dentro de mim mesma e me façam girar e girar e girar e totalmente indefesa ao que vou vendo acontecer, vou bufando e gritando e sentindo as emoções mas sem qualquer poder sobre elas ou controlo sobre o que as faz surgir. Sinto que perdi alguma válvula ou sofri algum dano e agora funciono danificada. Metade do que era. Menos do que sou.
 
   
Alguém me entende? Será que faço sentido ou devo reservar cama no Júlio de Matos?
Por favor não me levem a mal se sentirem que brinco com coisas sérias. Tento achar uma fuga lógica para o amontoado de pensamentos que ainda tento descortinar. Desculpem se me levarem a mal. Combinado?

Tenho portanto medicação alterada, ordens para ficar melhor, perder peso, caminhar e abstrair-me daquilo que me colocou neste buraco em que estou.

Por isso e após 1 semana de baixa que o medico me receitou (e terminou esta quinta passada), rescindi o meu contracto e … e agora o futuro me dirá se tomei uma decisão que me ajudará ou não.

Próxima consulta: 3 de Julho

Wish me luck. 
E por favor, não se preocupem. Agradeço de coração que o façam, mas não gosto de saber que ficam assim por minha causa. 


PS: Não sei lidar com a pergunta “como estas?” e respondo sempre “bem, ok, tudo bem” porque a resposta “mal, péssima, não sei, estou um caos, help” é-me impossível e inatural de dizer. Alguém por ai que se identifique com isto… ?


PS1: Peço desculpa a todas as pessoas que sentem que não lhes respondo ou falo. Juro por tudo que não é nada contra ninguém. Sou literalmente eu (velho chavão eu sei, mas sincero e real aqui).

(a ultima consulta foi no dia 29 de Maio e mais uma vez desculpem o atraso neste registo)
    

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Desabafo da primeira parte da consulta...

Momento do dia...  desmanchar me por completo quando a enfermeira me perguntou como estava,  que não parecia bem.

Sei que não me entendem,  mas eu sinto uma vergonha profunda por estar como estou devido a uma gaija e um trabalho mal pago.

Eu cresci entre maus tratos físico, emocionais e psicológicos.  Sobrevivi,  com marcas mas aquí estou funcional e sem defeitos de maior. Sai da casa deles com a minha roupa,  o meu PC,  4 almofadas e mais nada além de um saldo contabilístico de 500 euros negativos não feitos por mim. Sempre me mantive de pé com ou sem forças e sem o apoio ou ajuda de ninguém pra NADA a não ser o Tó.  Passei pela noticia de achar que estava grávida para a de o meu corpo estar a fazer shutdown e ter uma doença crónica com entrada imediata em hemodiálise. Sobrevivi,  aprendi,  adaptei me e avancei até ao dia em que veio o transplante. Vivi dificuldades físicas económicas psicológicas e nunca quebrei em toda a minha vida,  por mais pisadela, traição  e humilhação que tenha recebido até hoje e é agora e por isto que quebro??????

Às vezes penso e digo em voz alta "Onde raio está a pessoa que eu sou ou será que já não existo mais? " e depois respiro fundo e tento fingir que não me sinto como me sinto porque existem pessoas que se preocupam comigo e que fazem de tudo para que eu esteja bem e ainda assim...  sinto que ao me sentir assim  e sem conseguir controlar como me sinto,  que lhes falho e...  sei lá.

Desculpem o desabafo mas precisava de processar como me sinto porque nem sei dizer como estou..

domingo, 24 de maio de 2015

Passatempo Ser Mulher é Ser Tudo!

E a minha vida anda de tal maneira fora do meu controlo que estou há 1 semana para começar este passatempo… juro! Que me chova dentro de casa se for mentira. 

Por isso vamos a ele que se faz parte!

Como sabem, o Nuno lançou a sua (nossa ;) ) menina lindíssima, continuação da Saga Freelancer -  A Espia do Oriente! Tem como era de calcular sido um sucesso incrível e ainda mais irá ser! 


Para quem não conseguiu estar com ele no Colombo no passado dia 13 de Maio, ele estará na Feira do Livro de Lisboa dia 7 e 13 de Junho por isso aproveitem a ocasião para o encher de abraços, beijocas, beliscões, apertos de mãos, calduços, high fives, etc ;) vale tudo na tortura ao autor sensação que tanto nos tortura com os seus enredos e incríveis plot twists! :)


Para animar o passatempo que farei a seguir a este ;) e deixo à vossa imaginação sobre o que será… hihihihihi…. Faço um passatempo para mimar as meninas que tal como a Espia do Oriente, são mulheres, sedutoras e sexys, belas e seguras de si mesmo :)


Comprei há uns tempos uns batons e acabei por ficar com estes repetidos, por isso acho bem dar-lhes uma dona merecedora e quero que seja uma de vocês. :) Teem uns tons muito crus, um em rosa claro e o outro em nude quase branco. Excelentes para brincar ou trabalhar uma mistura de cores sedutoras nos lábios ;)


Para participar vamos simplificar… 

  • Ser seguidor do facebook Paginas de uma Lua (fazer like)
  • Ser seguidor do blog Paginas de uma Lua (fazer seguir na barra da direita)
  • Partilhar o passatempo nas redes sociais taggando 3 amigas lindas como vocês na partilha
  • Comentar o post do passatempo (este) indicando o link da partilha e o vosso nome de seguidora do blog pelo blogger 
  • Podem participar 1x por dia todos os dias, devem identificar amigas diferentes e comentar todos os dias com o link da nova partilha e o vosso nome de seguidora do blog pelo blogger. 

  • Começa hoje dia 24 de Maio e vai terminar dia 14 de Junho
  • Entre as participações válidas irei atribuir a cada entrada (ou comentário) um numero e farei sorteio pelo sistema random.org
  • Vou tentar sortear não mais tarde do que 48h depois do fim do passatempo. Assim que tenhamos vencedora, já sabem… coloco post, envio mensagem e espero pelos dados para o envio pelos CTT :)
  • Passatempo Nacional apenas.


Boa sorte a todas e parabéns por serem Mulheres!! 
Só nós sabemos o que isso implica não é? :)
    

domingo, 17 de maio de 2015

Eu e o meu cabelo, uma viagem com altos e baixos

O meu cabelo tem passado por diversas vidas.

Nasci com ele negro e liso, muito. Passou a alourado e com ondas, canudos. Foi-me cortado pois havia o receio de ter “apanhado o jeito das raízes africanas dos meus antepassados paternos e ficar carapinha” – vou refrear-me de comentar tal como não comento muito do que vivi na minha infância.. adiante.


Depois tornou-se castanho liso e com alguma ligeira ondulação quando muito comprido ou muito curto, bem como uns raios castanho claro quando chega o verão e praia…

Passou pela diálise e caiu. Quando tudo o resto falhava e o meu corpo atingia níveis de sofrimento e dor que nem compreendia.. o meu cabelo e vê-lo cair com o vento foi das poucas coisas que me fez quebrar e chorar. Caiu tanto que julguei ficar careca. Não sabia como impedir ou reverter por isso deixei-me ir. Tentei ampolas, shampoos, tudo…

E veio o transplante e ele recebeu a ajuda e o alimento que tanto precisava e vai aos poucos recuperando. Tornou-se mais forte, já não cai com o vento ou aos molhos quando lhe mexo. Vai ganhando algum brilho, vai crescendo e nascendo aonde antes tinha caído. Ainda recupera e eu espero e apoio como posso. Com shampoos, mascaras, condicionadores, seruns, etc…

  
E agora entra numa fase que nunca antes o vi, faz canudos e ondas serradas sem ajuda alguma. Lavo e penteio ligeiramente e quando dou por ele, faz canudos e ondas e onde antes ficava espantada e confusa, agora acho piada e deixo-me levar na onda.


Comprei uns condicionadores em spray sem precisar de enxaguar.
Comprei umas mousses e sprays para apimentar e brincar com as ondas.
Comprei até uma escova que vi num anúncio (fui procurar no ebay e comprei a preço de chuva!) e intensifico os canudos quando me apetece mudar.

 
E brinco. Uns dias penteio-me, noutros coloco o condicionador em spray e não faço mais nada. Nalguns uso mousse, noutros a escova. E vou brincando e mimando e confiando que tal como sempre, o que for meu chegará e o que não me for devido se irá.




 A vida é mesmo isto, momentos A, momentos B e uma constante necessidade de adaptação e aceitação. É uma lição que me custa aceitar mas que já aprendi e reconheço mesmo contrariada.



E vocês?

Se quiserem que seja mais especifica ou vos fale sobre algum dos produtos que tirei fotos, digam :)
  

quinta-feira, 14 de maio de 2015

TOPSELLER: A Rapariga no Comboio

Bom dia bom dia.. (ou boa tarde ou boa noite, depende de onde estão e a que horas andam aqui a viajar ;)

Venho falar-vos do novo menino da TOPSELLER, que para quem ainda não conhece é uma
chancela da 20|20 Editora direccionada para livros incríveis de ficção para o grande público adulto e jovem adulto :) adoro tudo o que lhes encontro e admito que fico arroxeada de ciume com cada um dos seus tesouros assim que lançados!

E é de um deles que vos venho falar.

Já cuscaram A Rapariga no Comboio de Paula Hawkins? Eu do que li fiquei a salivar de vontade e em breve mais vos mostro e conto...

Fica aqui uma pontinha do véu desta obra incrível que manteve 13 semanas consecutivas no top de vendas nos EUA e que por cá já promete e garante sucesso :)


 
A Rapariga no Comboio

 
O êxito de vendas mais rápido de sempre. O livro que vai mudar para sempre o modo como vemos a vida dos outros.

Todos os dias, Rachel apanha o comboio...

No caminho para o trabalho, ela observa sempre as mesmas casas durante a sua viagem. Numa das casas ela observa sempre o mesmo casal, ao qual ela atribui nomes e vidas imaginárias. Aos olhos de Rachel, o casal tem uma vida perfeita, quase igual à que ela perdeu recentemente.

Até que um dia...

Rachel assiste a algo errado com o casal... É uma imagem rápida, mas suficiente para a deixar perturbada. Não querendo guardar segredo do que viu, Rachel fala com a polícia. A partir daqui, ela torna-se parte integrante de uma sucessão vertiginosa de acontecimentos, afectando as vidas de todos os envolvidos.

De leitura compulsiva, este é o thriller do momento, absorvente, perturbador e arrepiante.

 
Ficaram a vibrar? :)
Eu fiquei.. vamos embarcar nesta viagem :)
 

domingo, 10 de maio de 2015

A minha versão (que ainda poderia ser mais) Light de um Parfait de Morango

Hoje apetecia-me algo doce sem culpas. Quer-se dizer…. A parte das culpas é sempre a minha meta, ainda que saiba que só me apercebo delas assim que o pecado é cometido. Então fui ao frigorífico e vi o que tinha e poderia usar antes que estrague. Morangos. Hmmmm… morangos…. morangos… “Vou fazer algo que nunca fiz mas sempre achei que não seria complicado e seria delicioso”

A minha versão (que ainda poderia ser mais
Light de um Parfait de Morango



Não quis usar natas, não quis usar gelatina nem iogurte. Vi versões assim e não me agradou. Fui pelo que conheço e pelos sabores que me apeteciam e aqui fica, espero que gostem :D tempo de conclusão: 10 minutos se tanto.

Ingredientes:
Para o creme de pasteleiro:

  • 280gr (eu pesei os líquidos) leite magro
  • 1 colher de café de baunilha liquida ou essência de baunilha se tiverem (usei Vahine)
  • 2 colheres de sopa rasas de açúcar (vai ficar pouquíssimo doce por isso se quiserem podem acrescentar ou usar colheres cheias)
  • 2 colheres de sopa de farinha Maizena
  • 2 ovos
  

Preparação:

  • Juntei o leite, açúcar e baunilha e levei ao lume médio até estar tudo misturado e quente, baixei para lume baixo. Usei sempre varas para ir mexendo.
  • Juntei 1 colher de Maizena e mexi. Bati os ovos á parte e juntei, mexendo rapidamente para que fiquem bem integrados e cozinhados com a mistura ao lume.
  • Juntei a outra colher de Maizena e mexi até sentir que atingiu a consistência. Nota: se sentirem que atinge a consistência cremosa só com 1 colher de Maizena, não coloquem outra, ou se sentirem que precisa de mais liquido, adicionem devagarinho mais leite. Sigam com cuidado e instinto que corre sempre bem. E provem a meio caminho para saber se está ao vosso paladar doce ou não.
  • Depois de bem mexido, tirem do lume e deixem arrefecer tapado com uma película ou vai criar uma capa em cima… o que honestamente não me incomoda muito porque dou uma nova mexida com as varas antes de usar, mas é o aconselhável.
   
  
Creme feito e agora, vamos á montagem!

Tinha já pronto:

  • 1 tigela de morangos cortados em cubos pequenos
  • Meia chávena de bolacha picadas grosseiramente (usei Belvita cereais que aqui tinha)
  • Mistura de muesli com frutos secos picados para o meio e topo
  • Chocolate culinário Nestlé para decoração final e algumas folhas de hortelã para o mesmo fim e aroma.
   
 


Usei copos transparentes para ficar apelativo aos olhos. Podem montar os ingredientes como preferirem, eu fiz desta forma:

  1. Primeiro bolacha, depois creme, depois morangos.
  2. Depois a mistura de muesli com frutos secos, o resto dos morangos e o resto do creme.
  3. No topo uns pozinhos de bolacha moída e umas raspas de chocolate, com uma folhita de hortelã para o cheiro, gosto e olhar ;) 

 

E foi assim que ficou ;) E agora é saborear e deliciar :) espero que isto me ajude a reunir forças para voltar ao work tomorrow… wish me luck e boa sorte a todos

 

PS: Depois de provar achei que com um café curto adicionado á bolacha da base, tornando-a mais húmida ficava divinal ;) experimentem, alterem, inventem e depois digam-me como ficou :)))
       

sexta-feira, 1 de maio de 2015

E o Vencedor do Passatempo de Abril com a Boots é....

E o Vencedor do Passatempo de Abril com a Boots é....



Muitos parabéns!

Tens uma mensagem na tua conta do facebook, por favor envia-me os teus dados em 24h para os poder enviar para a Boots de forma a receberes o teu prémio!

Muito Obrigada a todos e prometo q muiiiiiiiiiiiiiiito em breve teremos mais um passatempo.. ;) até lá, sejam feliz e se não forem, sejam sempre vocês mesmos :)
   
  

domingo, 19 de abril de 2015

É Domingo, por isso... Bolo Light Húmido de Cenoura, Amêndoa e Canela :)

É domingo.

Véspera do inicio daquela semana que ninguém gosta, ainda por cima com feriado no sábado, o que para a maioria das pessoas que o folgam, equivale a um feriado desperdiçado.
Como me comecei a sentir pessimista e o domingo ainda é domingo, pensei “vou fazer algo bom e que me faça bem sem me sentir mal”. Fui para o PC e depois para a cozinha.
Pesquisei uma receita com os ingredientes que queria, as palavras que queria e modifiquei-a.

Pesquisei “bolo húmido fácil light” depois fui directa as imagens e escolhi a mais apetitosa e vi a receita, e mudei quase tudo.

Cozinhar é matemática e quem o sabe fazer uma vez sabe fazê-lo sempre.

Removi gorduras e substitui pesos. Deixei ficar o indispensável para a consistência húmida que procurava e juntei legumes para apoiar a suavidade e sensação húmida da massa. Cortei drasticamente no açúcar (lol se eu vos dissesse quanto levava na receita original ahahahaha) e aproveitei o doce do legume e a utilização de caneca e fruto seco para consolidar tudo. Juntei um líquido para substituir parte da falta da gordura e txanam!

Deixo-vos a minha receita para bolo (cortei as quantias pelo meio pois quis um bolo pequeno por isso aconselho a duplicarem para um grande. O meu dá umas 8 fatias boas sem exagerar, só para que tenham noção)

Bolo Light Húmido de Cenoura, Amêndoa e Canela 

   
Ingredientes: 
60 amêndoa com pele ligeiramente moída
120 gr óleo
50 gr leite magro
1 colher sobremesa canela
1 colher café fermento
1 colher chá sal (pouco)
100 gr açúcar
120 gr farinha
2 ovos
80 gr cenoura ralada crua e sem pele

Instruções:
1. Batam o óleo, o leite e o açúcar bem batido.
2. Juntem á parte a farinha, fermento, sal, canela e amêndoa moída.
3. À mistura do óleo leite e açúcar, juntem os ovos e continuem a bater bem.
3. Juntem depois os secos à parte líquida e batam tudo bem. Desliguem e juntem a cenoura ralada e mexam tudo com a espátula.
4. Forrem a forma que preferirem. Prefiro forrar do que colocar manteiga e farinha, mas façam como vos é costumeiro.


5. Coloquem a massa na forma e batam duas vezes suavemente a forma na bancada para a massa assentar e não formar buracos ou bolhas de ar no meio da massa (truque para quem ainda não souber)
6. Forno: 150 graus durante uns 15/20 minutos +-, mas como cada forno é diferente, tenham atenção ao vosso e façam o teste do palito assim que comece a ficar com um tom dourado em cima.
 

PS: Para os que estejam mesmo a precisar, podem colocar umas raspas de chocolate na massa que não afecta o bolo final, mas tenham controle e não coloquem mais do que umas 50g senão o conceito light vai-se ;)

PS 2: Nesta receita não aconselho trocarem o óleo por azeite como eu mesma faço as vezes porque vai afectar o paladar á cenoura no bolo.


Espero que gostem e se fizerem, quero ver! ;)
Bon Apetit!
   

domingo, 12 de abril de 2015

O Espião Português de Nuno Nepomuceno

Primeiro que tudo tenho que pedir tanto desculpa como agradecer intensamente ao Nuno toda a paciência e simpatia, carinho e confiança que teve a má escolha de oferecer a esta peste. (Temos pena, tá dado tá dado! ;) )

Isto porque como sabem, já se passaram alguns dias desde o fim do passatempo em que ele tão prontamente e simpatiquissimamente nos ofereceu um exemplar lindíssimo da reedição com a nova capa do seu primeiro volume da Trilogia Freelancer “O Espião Português” , autografado, para ser sorteado a um de vós sortudos deste pedacito de caos virtual :)

Passaram-se dias e do meu review nada. E por mais que eu mentalmente me chicoteasse em relação á minha falta, o Nuno nunca uma única fez pegou no chicote para se juntar ao exercício :) he is too much of a gentleman and a trully nice guy, belive me!

Pois para me redimir, aqui estou eu! Antes tarde e envergonhada do que nunca, não é assim?



O que achei d’ O Espião Português de Nuno Nepomuceno?


Achei (e aqui vou utilizar o privilegio que todo o ser pensante livre tem de inventar palavras novas para definir sensações únicas e intransmissíveis)
fantabuincribelidinamicopaixonantintelegentissimamente brutal!

Tá tudo dito ou preciso explicar?


:)


Agora a serio. A primeira obrada do Nuno demonstra-nos que não é um tiro no escuro a aposta que foi feita em investir neste homem. Ele sabe mesmo o que faz e é tanto inteligente como perspicaz nas suas decisões criativas. Com a sua escrita andei perdida num mini universo que carreguei na minha mala mesmo quando sabia que não ia conseguir pegar no livro naquele dia. Carreguei com o sentimento de quem tem uma chave secreta para um mundo excitante dinâmico e apaixonante aonde a qualquer momento somos absorvidos e levados na maior e mais fantástica aventura! Tudo enquanto estamos num consultório chato ou numa viagem rotineira e passiva.

O centro deste universo é o André. O meu Andrezito se me permitem e teem mais que o fazer porque eu sou intrusiva e possessiva desta forma. O André é Freelancer. Um homem (lindíssimo diga-se de passagem!) que vive um segredo que nos é sussurrado na capa do livro e pelo qual aventuramos pagina a pagina até finalmente no fim tomar-mos total parte nele. Filho de mãe portuguesa e pai francês, é um homem culto, inteligente e sensível. Vive uma vida dupla dividida entre uma faceta profissional no palco principal da politica portuguesa e o submundo invisível da espionagem internacional. Nessa rotina violentamente excitante conhecemos a sua família, os seus amigos, os seus companheiros, os seus inimigos, os seus colegas e os seus demónios internos e lutas pessoais. Solitário e sofrido emocionalmente, o André reúne em si tanto o componente frágil e dinâmico que nos prende enquanto leitores e passageiros na sua viagem.
  
Com o Nuno sorri em consultórios quando queria estar com cara imperturbável. Disfarcei lágrimas que começavam a surgir no meio de transportes públicos. Mordi o lábio de ansiedade e nervosismo com saltos, corridas, segundos-fatais em cada missão e fiquei frustrada e cansada com cada agressão física e emocional que o André sofreu e superou. Mais do que um personagem, o André Marques-Smith é um sobrevivente que prossegue apesar de tudo. E mais do que um escritor o Nuno é um mestre paciente e generoso que me aturou perguntas insistentes e piadas parvas (bem como ameaças á sua integridade física.. ) enquanto me aprofundava pelo seu livro incrível.

Quando não encontramos palavras que resumam tudo o que queremos exprimir, simplificamos: 
Nuno, Obrigada!



*  *  *

E como perceberam esta é a primeira obra e o I volume da trilogia Freelancer, da qual já temos titulo, capa e data de lançamento do volume II!!!

Sinopse

"Dubai, Emirados Árabes Unidos.

De férias na região, um investigador norte-americano é raptado do hotel onde se encontrava instalado. Uma nova pista sobre um antigo projecto de manipulação genética é descoberta e a Dark Star, uma organização terrorista internacional, está decidida a utilizar os conhecimentos deste cientista para ganhar vantagem.

Contudo, de regresso à Europa, uma das suas operacionais resolve trair o sindicato do crime e oferece-se para trabalhar como agente dupla ao serviço da inteligência britânica. O mistério adensa-se quando esta mulher, de nome de código China Girl, impõe como única condição colaborar com André Marques-Smith, o director do Gabinete de Informação e Imprensa do Ministério dos Negócios Estrangeiros português e espião ocasional.

Obrigados a trabalhar juntos para evitarem um atentado a uma importante líder europeia, uma atmosfera tensa, de suspeição e desconfiança, instala-se de imediato entre os dois. Mas que segredos esconderá esta mulher, cujo próprio nome é uma incógnita? Serão as suas intenções autênticas? Será o espião português capaz de resistir à sua invulgar e exótica beleza?

Vencedor do Prémio Literário Note! 2012, Nuno Nepomuceno regressa com A Espia do Oriente, o segundo livro da série Freelancer. Por entre os cenários reais de Budapeste, Berlim, Londres, Courchevel, Dubai e Lisboa, o autor transporta-nos para um mundo de mentiras, complexas relações interpessoais, e reviravoltas imprevisíveis. Uma reflexão profunda sobre os valores tradicionais portugueses, contraposta com a sua já habitual narrativa intimista e sofisticada, e que vai muito além do tradicional romance de espionagem."
  
*  *  *

Yes! Yes! Yes! Que pessoalmente sofro horrores enquanto espero que a continuação saia. Especialmente quando as ultimas palavras d’ O Espião Português são: 


 é de ficar a roer unhas não é!?

Cá estarei para continuar esta jornada e ajudar (Ou atrapalhar… possivelmente de certeza que será um misto de atrapalhar e não fazer nada…) o Freelancer em tudo o que possa!
E sei que o processo criativo continua por isso Nuno, dá-lhe! Ainda não li o II e mal posso esperar para que saia o III :)

Que eu sou assim impaciente e intensa, por isso vou já preparar mais uma caneca de café e re-ler os momentos que mais me prenderam n’ O Espião Português até que a A Espia do Oriente não salta da prensa para vir fazer companhia ao volume I nas minhas estantes.


Se recomendo? Pel’amor’de’deus não me façam perguntas tolas a esta altura do campeonato e façam favor de correr até a livraria Bertrand mais próxima, ou FNAC, ou á área de livros no Jumbo e no Continente, ou online e venham nesta viagem connosco ;)
  

domingo, 5 de abril de 2015

Passatempo de Abril com Boots Laboratories :)

E para alegrar o mês de Abril e agradecer o vosso carinho e apoio, tenho para oferecer a uma sortuda ou sortudo um kit de viagem Discovery Kit Serum 7 Lift da Boots Laboratories ideal para quem á ultima da hora precisa de sair a correr para algo que nem planeou nem esperava e agora? O que levar? De todo o molho de cremes e produtos o que raio levo agora e aonde coloco tudo?

Estas dúvidas terminaram aqui e agora!




Este kit fantástico serve para emergências e para o dia-a-dia.
Se teem como eu a mania de que cabe tudo e mais alguma coisa na vossa mala.. sabem bem que ás vezes sentimos que “é hoje o dia em que isto rebenta e passo vergonhas em publico”

Costumava andar com uma necessaire cheia com itens e higiene intima feminina, fio dental, pasta de dentes, pente, escova, alguma maquilhagem, molas, ganchos e ainda alguns pensos.. eu sei lá!
E assim que recebi o meu kit da Boots brandei aos céus que graças a deus poderia substituir os 3 cremes que tinha a acumular na necessaire!

Ganhei espaço e a minha pele ganhou brilho :)


Composto por :
  • - Serum7 Leite limpeza revigorante (30 ml), remove eficazmente a maquilhagem, hidratando a pele sem a secar
  • - Serum 7 Lift serum reparador rugas profundas (5ml), com imensos ingredientes activos anti-envelhecimento que prometem ajudar a reduzir em 4 semanas até 50% das rugas mais profundas
  • - Serum7 Lift creme dia (10 ml), um creme de dia rico que nutre, hidrata e protege a pele dos raios UV, graças à inovadora protecção UVR MultidermalTm, reafirmando-a no processo.
  • Acrescento ainda que são de um aroma e consistência deliciosos, nada enjoativo e nem nada colante ou pegajoso. 

Por isso quero que um/a de vocês ganhe também um kit!

  
Para participar não pode ser mais fácil:

Obrigatório:



Pontos opcionais:

  • - Ser seguidor pelo Instagram @taniamac
  • - Ser seguidor pelo Twitter @taniadmac
  • - Ser seguidor pelo Google+ +TaniaMac
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Preencham tudo correctamente no aplicativo do rafflecopter como sempre:



  • Começa hoje Domingo de Páscoa 5/4/2015 e termina no dia 1/5/2015 Dia do Trabalhador ;)
  • O vencedor ou vencedora será sorteado nas 24h seguintes e se tiver cumprido todos os campos, contactado e terá 48h para me enviar os seus dados.
  • Envio será feito á responsabilidade da Boots Laboratories.


E como sempre, boa sorte e obrigada. Obrigada por estarem ai desse lado e ás vezes sem saberem, fazerem-me sentir menos sozinha ou desamparada.

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