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sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Mudar, crescer, evoluir

Normalmente é no final de um ano que temos aqueles momentos intimos de introspecção aonde observamos o que fizemos de bem e o que fizemos de mal. Olhamos de forma intensa para um ano de acções, atitudes e momentos e tomamos decisões assertivas para metas e objectivos novos para o ano seguinte.

E depois não cumprimos nenhum.
E voltamos a repetir esta rotina masoquista 365/366 dias depois.

É uma rotina.
E como todas as rotinas, acaba por se tornar confortável e sabemos inconscientemente aquilo que estamos a fazer mas continuamos. Tal e qual como um bebedo que bebe até ficar mal disposto e acordar com ressaca…  Acordamos a dizer que vamos fazer melhor e diferente e…. acabamos na mesma posição… no mesmo sitio.

Dito isto, quero mesmo aproveitar algumas opiniões e comentários que recentemente me foram oferecidos. Quem me conhece sabe que normalmente peço que me enviem essas opiniões em papel suave para lhes dar um uso mais… “ecológico”… mas desta vez, sinto que devo prestar atenção.

Devo estar a crescer, ou então quero aproveitar este momento para dar mais um empurrão evolucionário à minha personna.


O ponto fulcral do que me foi sugerido foi que controlasse mais a minha personalidade, especialmente nos momentos explosivos e impulsivos.
Nada fácil…

Era mais fácil atirar-me de um avião do que conseguir desligar o fio perdido que faz com que o meu filtro de “reagir/agir” salte perante as situações. Quem me conhece sabe que vivo com o coração e a mente no modo “speed” e sempre à porta da boca.


Penso.. sinto…reajo… e acção!!!

Tenho que aprender a mudar. Eu mesma admito que nem sempre me trás bons resultados.

Será complicado mas já fiz mais e pior e consegui…. Dito isto, repito o que disse a alguém: “não vou mudar quem sou”. Não porque não queira, mas porque sei que não sou capaz.


Ao invés disso, vou absorver o positivo do que me foi dito com carinho e boas intenções e vou tentar dar o próximo passo evolucionário da minha personalidade. Não abdico de quem sou (só eu sei o que me custou chegar a quem sou hoje…) mas aceito de bom grado adaptar-me, levando comigo tudo o que já tenho, e fazer o devido upgrade.

Assertiva e bruta sim… mas de forma inteligente. : )


PS: Quem quer apostar comigo que isto vai-me dar mais dores de cabeça do que consigo sequer prever actualmente… ?

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Pensamentos fragmentados - sent'i'mentos

Recantos há que uma mente fragmentada apenas visita quando em muito sofrimento. 
Seja desistir, seja lutar, seja odiar.  

Só chegamos a algo após muito sofrimento muita mágoa e muita desilusão.


Há sonos que não chegam e quando tardam, mas não falham, chegam em formato de pesadelos. 
A forma registada de uma mente, um coração, já desfeito e pisado.

Culpados somos só nós que permitimos entrar quem não tem qualquer interesse ou vontade em cuidar, apenas desprezar e ver morrer.

Nada resiste e sobrevive se não for protegido e acarinhado. 
      

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Pensamentos fragmentados

A minha mente é uma caixa compartimentada.  

Tem uma área para os sentimentos e emoções, outra para a lógica e razão e outra ainda para a imaginação, desejos, vontades e sonhos. Esta é a área da liberdade. Tudo o resto prende-nos a algo,  seja ele lógica ou emoção. Somos animais presos por grilhões criados por nós mesmos numa busca incessante de nos distanciarmos da nossa natureza selvagem e do estatuto preconceituoso de animais.

Queremos tanto ser civilizados e categorizados prepotentemente como humanos que abdicamos de ser livres. Somos escravos de nós mesmos e das convenções sociais e espaciais por nós inventadas, resumindo, estúpidos num todo. Sim. Acima de tudo, estúpidos e devoluídos. Parabéns Homem, é por isso que vivemos com palavras e definições tão valorizadas como feliz e infeliz, ao invés de uma unidade normal natural e livre.
 
 

domingo, 4 de setembro de 2016

Ausência

Palavra esquisita. Acredito que as palavras tem apenas a força do significado que lhes queremos embutir. Na palavra ausência existe, para mim, apenas a sensação de vazio. O que está ausente, está vazio. Deixa um espaço oco, frio e por preencher. Ás vezes a ausência sabe bem, tanto para quem está ausente ou para quem ficou com esse espaço vazio. Outras vezes torna-se um espaço vazio acolhedor que nos trás paz e espaço. Silencio. Silêncio suficiente para nos permitir esticar, espreguiçar, calar e aprender.

Aprender que nem sempre a ausência é para alguém.
Nem sempre tem significado ou valor.
Na sua maioria das vezes, a ausência é apenas isso… uma palavra vazia, sem significado.
Isto para dizer que estiver ausente e agora voltei : )


Boa tarde!

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

A minha mensagem de reflexão sobre fim do ano de 2015 e recado para o ano novo de 2016


2015 foi sem dúvida um ano da minha vida que nunca irei esquecer. Qual 2000! Qual 2011! 2015 foi, pelo menos até agora e espero não morder a língua, o ano que poderia ser considerado o meu Armageddon. E acreditem que na minha vida existiam concorrentes bastante fortes para essa categoria até ao momento.

Por isso 2016 só pode vir carregado de bom. E é isso que quero, peço e projecto para o universo me providenciar. Não peço um ano incrível, excelente ou o vencedor na categoria do melhor ano da minha vida, até ao momento. Sou simples, comedida e contida e aponto para um objectivo real, alcançável e acessível: bom.



2015 trouxe-me tanta dor, tanta perda real, física, emocional, interna e pessoal que se torna até ridículo. A perda ou dor maior é mesmo perder parte de mim. Sinto honestamente que perdi uma energia e um espírito que tinha e por mais que lute para recuperar, não consigo. Não desisti mas começo a ter que entender que é uma procura na qual que posso não conseguir o resultado pretendido e terei que avançar com o que sobrou. Tenho de fazer disto algo novo. Mas recomeçar algo tão intrínseco e complexo como o nosso eu e sentindo que o fazemos com pedaços partidos da nossa essência... vai ser difícil. Mas não desisto. O impossível é só difícil, nada mais.

2015 teve para mim uma taxa de 98% mau versus 2% bom. Ya. Não estou nem sequer a exagerar. Vocês nem imaginam o quanto quero que este ano acabe! Como já disse no outro dia a alguém, quero tanto mas tanto que se fizer mais força ponho um ovo!  Só para terem noção.


Mas não foi tudo mau e os 2% que foram bons são o que me manteve sã e a flutuar à superfície apesar de tudo. Não sou pessoa de gritar, chorar ou pedir ajuda quando me afogo. Eu sei eu sei, estúpida e parva e orgulhosa e egoísta. tudo... já ouvi.. já ouvi...

Mas sou assim. Aprendi na vida que nunca ninguém me estendeu a mão quando precisei, por isso deixei de sequer permitir que se note o quanto preciso de ajuda. E este ano senti-me muitas vezes como um peixe fora do aquário durante dias, já desesperado e sem ideias ou planos à MacGyver sobre como se safar.




O que me safou? O meu combustível interno de teimosia e aquela vontade que ainda me resta de contrariar os murros, pontapés e chapadas que a vida me atira. Ser obstinada e ter mau feitio é o meu escudo de protecção. Podem chamar-lhe super poder ;)


Isso tudo e aqueles 2%. Foquei-me no bom que tive, por menor que seja em comparação. Porque acredito que o valor das coisas é lhes colocado por nós. Nós dizemos quanto ou até que ponto algo teve peso ou impacto na pessoa que somos ou na nossa vida. E foi isso que fiz. E faço.


Tentei no inicio do ano cumprir uma meta de criar uma força positiva contrária ao já instintivo começo de ano negativo e só a meio deles aceitei que lutava uma guerra onde já tinha perdido. Ainda insisti até que deixei de dar tirinhos parvos e assumi.

O ano foi mau. Teve coisas boas. E aleluia está a dias do fim.

Não sei como foi o vosso. Gostava que se quiserem, e se se sentirem à vontade, partilhem como eu o fiz. Falar ou expor estas coisas e sentimentos costuma, pelo menos para mim, ser catártico e ajudar.




Desejo apenas, do fundo do saco de sangue chamado coração e que está do lado esquerdo do meu peito, que não tenha sido nem de perto parecido, igual ou pior que o meu. massssss... se tiver sido, por favor tenta fazer este exercício de sobrevalorização do que de bom existiu e aguentemos mais um pouco que esta treta já vai nos últimos segundos. O árbitro já apita e seja qual seja o próximo, saltemos com força, fé e intuito positivo para 2016! Pensa e visualiza-me a dar o salto porque estarei a pensar em todos vocês! Juro!

E metas? Promessas? Desejos? Objectivos?


Reencontrar o que perdi e terminar 2016 com uma nota mais positiva. Logo veremos quando lá chegarmos que post de reflexão de fim de ano escreverei. ;)


Desejo-vos o mesmo que para mim e +2. Desejo sempre mais porque vocês ai sem o saberem, nem imaginam o quanto me ajudaram a boiar ao longo deste ano. Saber que existe alguém algures que sabe que existimos e nos ouve mesmo anonimamente e incognitamente… é um obrigada que nunca saberei expressar correctamente.

Por isso resumo-me ao que de melhor a língua portuguesa tem: obrigada.

Vamos saltar juntos e sem medos para 2016!


Here we go again!!! Together!!! : ) no fear!

Vemo-nos do outro lado do buraco mágico ; )


BOAS FESTAS!!

   

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Pensamentos a altas horas...

O  que é "ser criativo"?


Ser-se capaz de criar?
Ou ser-se capaz de acreditar que pode existir?


se acreditar é poder...
se metade de ter é querer...


Porque não somos o que queremos?
Porque não podemos ou não o queremos...?


Pensem nisso mas não muito.


Já é noite, está escuro lá fora. 
Vá, cama e bons sonhos!

  

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Pensamentos de almofada...

Sabem... tenho andado todos os dias concentrada em fazer coisas para que os outros estejam ou sejam felizes. Nem me refiro aqui ao blog... refiro-me mesmo no meu universo real de contactos. Faço coisas sem dizer, sem chamar atenção e espero uma reacção positiva ou pelo menos "não negativa" e acabo por me aperceber que, nem é pelo reconhecimento que não procuro, mas por me aperceber que ando exausta a tentar fazer algo bom por outrem e o resultado positivo não surge. 

O que sobra sou eu sem tempo e cansada. 

Ando decididamente a precisar de ideias novas e atitudes diferentes. 

Já passaram por isto?

domingo, 6 de dezembro de 2015

Pensamentos no final de um dia


Existem noites como estas. Em que eu estou de folga no dia seguinte mas sozinha com os gatos porque ele já foi trabalhar.
Não me apetece socializar e começo a recordar-me de tudo o que fiz e tudo o que queria fazer.
Responsabilizo-me por um incorrecto uso do meu tempo que tantas vezes é inferior ao necessário.

E é quando olho e contabilizo tudo que vejo que não fiz nem 1/3 do que queria ter feito e daquilo que acabei por fazer, mesmo assim… não me deixa satisfeita.
E ultimamente é assim que me tenho sentido.
Insatisfeita com o resultado dos meus esforços.
Culpabilizada por metas já antigas de excelência exigidas por mim mesma e apenas a mim.

Ao invés de aproveitar os momentos calmos, o silencio da noite..
Seja para dormir, ler, ver TV ou observar apenas estes patudos a ronronar e ressonar num misto sonoro de tortura deliciosa com fofura felina….
Ao invés disso, desperdiço a minha paz em culpabilização.
E porquê?

Nem sei.
Será defeito? Doença? Sei que sempre fui assim, mas noto que exacerbei alguns dos meus defeitos que costumavam estar sobre controlo.
Pelo menos podemos assumir que parte de qualquer solução é admitir o problema.
Check!

Agora falta resolve-lo..
Not checked.

Still…

Não se preocupem ou desperdicem a vossa paz com as minhas random nonsence por favor.
Precisava apenas de catarcizar o que aqui vai dentro.

PS: Se desconhecem o termo catarcizar, é o que considero o acto de praticar catarse :) – gente louca tem disto… go figure, right? ;)


domingo, 22 de novembro de 2015

Reflexões...


Quando comecei este blog, fi-lo como um escape criativo e emocional de mim mesma e da realidade que era a minha vida. Comecei em 2003 onde ser blogger não era "algo" e muito menos algo associado a "lucro" ou "profissão" , "glamour". Por isso ainda me complica um pouco mentalmente quando alguém olha ou lida com o facto de eu ser, ou melhor, ter um blog, como sendo algo de glamouroso ou chique!

O meu blog é a extensão silenciosa e limitada da minha personalidade. É um pedaço puro e cru daquilo que sinto que deve ser registado e quero que assim fique. É a casa aonde mora o meu génio (não o inteligente e fantástico apenas :p o maléfico e impossível também) e aonde liberto aquilo que preciso e quero.


Durante muitos anos era o único local aonde podia chorar e gritar. Silenciada na vida real, o virtual era a minha janela aberta para um palco invisível e anónimo.

Sinto falta desse anonimato. Mas ao mesmo tempo admito que, para mim, largar esse anonimato não foi um trauma ou problema. Foi uma evolução. A minha existência cibernética tem mais camadas e anéis do que um carvalho antigo. Passei por diversas fases e essas fases suportaram a minha personalidade e digo ainda mais, moldaram-na tanto quando as minhas vitorias ou derrotas na vida real.

Conheci pessoas incríveis que de outra forma nunca conseguira te-lo feito.
E conheci níveis de crueldade e destruição mental e emocional que nunca pensei existirem fora das paginas de um thriller psicológico.

Tanto de bom, tanto de mau... lamento nada!
O real, o virtual.. nesta Era que vivemos hoje, é um universo com uma linha de separação muito ténue e frágil. Dai que tanta gente sofra num e abdique do outro em detrimento de uma felicidade que nem sempre é real... é só temporal.

E tudo isto para quê?
Para nada!

Apeteceu-me. E como disse, isto, este blog, este texto, este recanto virtual, é meu. 


É uma janela aonde partilho o que consigo, posso e quero. Faço-o sem intuito ou malicia para com quem seja. Pelo contrario. Tento sempre ser o mais construtiva e positiva. Seja para comigo mesma, seja para quem me lê. E como já disse várias vezes... se alguém ao ler algo se conseguir sentir melhor, então considero-me abençoada e feliz por o ter escrito e pelo real prazer de alguém o ter lido.

Obrigada por estares ai. 
É por isto que estou aqui. 

     

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Como há quem ache que a minha vida é mais interessante que o euromilhões...

Ás vezes penso que os dias passam e eu os desperdiço, ficando depois com uma sensação de frustração e raiva por desperdiçar algo tão importante e especial como o tempo.

Ora observemos…


8h10 - Acordo
Dou de comer aos peludos
Vou com o peludo chato , vulgo Pipoca, á rua aonde ele simplesmente passeia, olha, cheira e come erva (e faz birra e mia até q eu o leve!) -> o seu passeio da manha vital e diário
8h30 - Faço 30 minutos de passadeira no mínimo (e se vir que me estiquei ou adormeci e tiver menos de 30 minutos livres, coloco aquilo num nível maior estilo castigo para compensar o tempo inferior aos 30 minutos)
9h00 - Tomo banho
Faço almoço ou algo para levar para comer durante o dia no trabalho

Nota: Se for um dia em que não faço os 30 minutos de passadeira: 
Dou um jeito á cozinha, lavo alguma loiça ou vejo se temos roupa para lavar, estender, apanhar, arrumar. 
Dou um jeito á sala, ou se estiver num dia brutal, aspiro a casa!

10h00 - Tomo pequeno-almoço e visto-me.
Tomo a medicação da manha.
Respiro uns 15minutos á frente da TV ou do PC
10h30 - E saio porta fora.
Vejo ás vezes o Tó quando chega a casa 5minutos antes de eu sair.
Transportes, transportes, transportes (abençoado livro e musica q anda sempre comigo)
12h00 - Trabalho
Trabalho
21h00 - Mais trabalho e umas 9h depois… fim do dia de trabalho.
Mais transportes e mais transportes (de noite o que sabe sempre taaaaaaaaaaaaaao bem!!!)
22h00 - Casa.
O Tó já dorme.
Visto pijama.
Faço algo para comer rápido (sandes, tosta, cereais, leite, chá sei lá…)
Vou ao PC ou nem isso.
22h30 - Tomo a medicação da noite e vou para a cama com a TV ligada a ver se embalo enquanto vou ao telemóvel e tento ver se tenho algo importante a tratar no email, blog ou redes sociais…
00:00 - E adormeço, espero eu, com sorte antes da meia-noite. Ou pouco após a mesma…

Repetir de segunda a sexta e ao fim de semana alterem o tempo de trabalho por tempo de arrumar a casa de cima abaixo e fazer tudo o que não foi possível fazer em casa durante a semana!


Então? O que acham?
Vida glamorosa de vedeta super star né?
Também acho….

Alguém que me explique porque há quem se tente meter na minha vida ou inveja-la…
A sério. Expliquem-me porque é uma curiosidade minha...
       

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

As noticias que são agora noticias...



Não me levem a mal e por favor entendam bem o que vou dizer, mas não aguento mais. Nos últimos dias só tenho visto e sentido toda esta dor e crueldade humana de nós para nós. Claro que não é nada novo, é se calhar algo mais visível agora e amanhã quando começarem as copas e os torneios ou nascer filho de X pessoa ou morrer Y pessoa isto vai dissipar-se no panorama mundial como sempre acontece a tudo. E não devia.

Observamos agora uma realidade que é mais velha do que sei lá e nos últimos dias, não estando eu super sensível ou emocional sequer, tenho-me deparado com momentos em que fujo das redes sociais e de tudo só para não dar por mim com vontade de chorar.

Não aguento!

E todos nós não devíamos de aguentar em conjunto!
Alimentar uma noticia hoje e deixar a realidade viver quando a noticia for passado é errado e estúpido! Somos os seres pensantes deste mundo? Onde? Somos quem manda neste planeta?? A sério?? Ridículo!

Ontem os animais, hoje os seres humanos, amanhã e por fim o planeta? Ninguém tem mão nisto!?

Vamos unir-nos numa única voz e largar arrogâncias, egos, superioridades ou paternalismos e reter este sentimento atroz e violento que nos faz dizer que não aguentamos, que está errado e que chega!!! E gritar bem alto pois se um sozinho consegue ser vergado e partido, TODOS JUNTOS ninguém nos parte nem verga.

O que quero dizer é que não aguento mais que estas situações sejam palco central hoje e esquecidas amanha!  Está na altura de retermos as lições do passado e NÃO repetir tudo de novo num futuro próximo.

Por favor vamos mudar. Mudar os pensamentos, as atitudes, as acções, os sentimentos. Aos poucos. Já não tão devagar quanto isso e definitivamente! Já chega.

Bom fim de semana


sábado, 15 de agosto de 2015

Energias Positivas : Absorver


Vamos falar de absorver. Não me vou referir a absorção de coisas coisas nutrientes, cheiros, alimentos, produtos de beleza ou medicamentos. Estou a referir-me a outro género de absorção que mesmo que não seja tão física como a destes itens, é muitas vezes mais prejudicial do que qualquer um destes ou quaisquer combinações deles.

Absorver energias. Absorver situações, atitudes e sentimentos. Alguns infligidos. Outros atirados e muitos fabricados e alimentados pelo eu masoquista e tolo de muita gente. E não pensem que falo do tecto da minha sabedoria porque também me encontro neste mesmo saco de pessoas que absorvem. Sou invariavelmente, ás vezes, um caso simples de “oiçam o que eu digo mas não façam o que eu faço”. Gostava de ter um alerta externo que me avisasse quando entro em conflito com o que penso e o que faço, porque sei que me magoo muitas vezes de forma desnecessária e parva.

Mas adiante.

Falo de energias.
E não me refiro aquelas que todos reconhecem como sendo alimento para objectos. Refiro-me aquelas que constroem e destroem seres vivos, seres humanos, tu e eu. Ainda há quem não acredite, aceite ou queira saber. Mas a realidade é que o mundo é uma realidade cheia de energias e nós somos verdadeiras esponjas ávidas e programadas para absorver todas as que se aproximam de nós. Isso pode ser bom e pode ser terrivelmente mau.


Existe mais facilidade em criar e encontrar energia negativa, que como um vírus, se absorve muito mais rapidamente. Multiplica-se com imensa facilidade, destruindo, esmagando e dizimando qualquer fonte de energia positiva natural que o seu hospede humano já possua.

Mais facilmente temos um mau momento, um mau dia, uma má altura e alimentamos essas situações, do que criamos uma boa emoção, um bom espírito e humor e o mantemos por muito tempo. Porque será? Porque é mais fácil estar mal e mantermo-nos assim do que estarmos bem e continuarmos?

Não sei mas agradeço que se alguém souber, mo diga.


Mas o que importa é aceitar e assumir que existem energias e começarmos então a distingui-las e a escolher quais deixamos que se entranhem em nós. Podemos e vamos ter sempre más situações, chatices, discussões, maus momentos. Obvio! Devemos identifica-los, reter o que seja útil e seguir em frente. Não digo ignorar! Nunca! Mas porque raio deixamo-los consumirem-nos e passarem a definir o total da nossa força e ser?

Uma pessoa com predisposição a gerar energia negativa (e elas existem) não deve ser renegada que nem um leproso. Deve ser reeducada com cuidado, porque mesmo sem o saber, vai estar a consumir a energia positiva dos outros e ao invés de mudar o seu núcleo, vai continuar a criar mais e mais energia negativa. Afundando-se a ela mesma e a todos os que a circundam.


Esforcem-se por mudarem quem são nesse aspecto. Não digo serem uns patetinhas alegres e fingirem serem felizes. Digo não terem um dia difícil e assumirem, matutarem, cismarem e alimentarem o sentimento de que o dia é horrível e a semana será um horror e é sempre assim e estão fartos e isto, aquilo e aculoutro e buuummmm!
Dia difícil? Sim senhora. Então vamos ver se o gaijo termina para o outro ser melhor e atravessem o resto do dia cientes de que está a ser chato e difícil mas sem se focarem nesse sentimento ou energia. Quando chegarem ao fim, irão ver que foi difícil sim senhor, mas chegou ao fim mais facilmente do que pensavam e amanhã é um novo, podendo ser A ou B, mas sem expectativas agoirentas ou nuvens já mal formadas sobre todo o mês e o vosso espírito.

Eu mesma quando sinto que me estou a deixar infectar com energia negativa ou a gera-la, prefiro isolar me e fechar-me aos outros como forma de controle da infecção, até corrigir o defeito e assim não infectar mais pessoas. Pode não parecer produtivo mas e a minha forma de gerir e o que prefiro fazer. Do mal o menor e tem funcionado. Às vezes as pessoas pensam que estou chateada ou com problemas porque me afasto, mas entendam que é um processo reparador para mim e protector para quem e quer bem.

Mas oiçam, se deixam que a energia que criam e absorvem seja negativa, lamento dizer-vos, e sabem que gosto de vocês mas… a culpa e vossa. Cada um de nós é o dono e guardião da nossa alma, corpo, espírito, mente, coração, o que quiserem chamar e acreditar. E venha quem quiser, façam e digam o que quiserem, em cada um de nós só entra ou alimentasse com o que quiser quem deixarmos. Por isso fechem a boca e não absorvam tudo o que de mal vos atiram.



Não se tornem geradores de funis de energia negativa para vocês mesmos e para os outros. Sejam espertos, intuitivos e justos. Se é bom: absorve-se, criasse, dá-se e troca-se. Energia alimenta energia e nunca ficarão sem ela. Prometo. Agora se é mau: aprendam o que e se houver algo para aprender e descartem. Energia negativa consome e destrói. Mesmo multiplicando-se, ela não alimenta, ela destrói.

Este texto foi feito para recordar algumas pessoas daquilo que eu repito diariamente (sou uma chata eu sei ;) ) mas também para mim que ás vezes sofro de um esquecimento interno estúpido e recuso-me a ser um cliché de exemplo “casa de ferreiro, espeto de pau”.


Sejam felizes e se não puderem ou conseguirem, sejam vocês mesmos, neutros a más energias e abertos para as boas.

Bom fim de semana, Chuac!
 

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Positividade sempre como se fosse a primeira e ultima : )

   
Será que vivemos mesmo cada dia como se fosse o último? Quando acordaram de manha, se soubessem que era o vosso ultimo acordar, tê-lo-iam feito com o mesmo espírito ou energia? Teriam feito, ignorado ou valorizado as mesmas coisas? Sei que a vossas resposta é não porque a minha também é igual.

E sei também que viver a pensar que será sempre o nosso último dia é um sentimento cansativo e irreal. Mas ainda assim podemos ponderar nesta perspectiva e permitir que ela no leve a sermos pessoas mais calmas, ponderadas e positivas. E não falo com facilidade neste campos. Quem me conhece sabe demasiado bem o quão explosiva sou e complicada a gerir os meus desejos versus a minha realidade, mas, e porque cada dia deve merecer o respeito de ser vivido como se fosse o ultimo, vamos então dar-lhe o direito a ser igualmente valorizado e acima de tudo estimado e respeitado.

Façam hoje algo que não variam se não fosse o ultimo dia e digam me como se sentiram no fim do dia.

Beijoca e juízo
     

domingo, 17 de maio de 2015

Eu e o meu cabelo, uma viagem com altos e baixos

O meu cabelo tem passado por diversas vidas.

Nasci com ele negro e liso, muito. Passou a alourado e com ondas, canudos. Foi-me cortado pois havia o receio de ter “apanhado o jeito das raízes africanas dos meus antepassados paternos e ficar carapinha” – vou refrear-me de comentar tal como não comento muito do que vivi na minha infância.. adiante.


Depois tornou-se castanho liso e com alguma ligeira ondulação quando muito comprido ou muito curto, bem como uns raios castanho claro quando chega o verão e praia…

Passou pela diálise e caiu. Quando tudo o resto falhava e o meu corpo atingia níveis de sofrimento e dor que nem compreendia.. o meu cabelo e vê-lo cair com o vento foi das poucas coisas que me fez quebrar e chorar. Caiu tanto que julguei ficar careca. Não sabia como impedir ou reverter por isso deixei-me ir. Tentei ampolas, shampoos, tudo…

E veio o transplante e ele recebeu a ajuda e o alimento que tanto precisava e vai aos poucos recuperando. Tornou-se mais forte, já não cai com o vento ou aos molhos quando lhe mexo. Vai ganhando algum brilho, vai crescendo e nascendo aonde antes tinha caído. Ainda recupera e eu espero e apoio como posso. Com shampoos, mascaras, condicionadores, seruns, etc…

  
E agora entra numa fase que nunca antes o vi, faz canudos e ondas serradas sem ajuda alguma. Lavo e penteio ligeiramente e quando dou por ele, faz canudos e ondas e onde antes ficava espantada e confusa, agora acho piada e deixo-me levar na onda.


Comprei uns condicionadores em spray sem precisar de enxaguar.
Comprei umas mousses e sprays para apimentar e brincar com as ondas.
Comprei até uma escova que vi num anúncio (fui procurar no ebay e comprei a preço de chuva!) e intensifico os canudos quando me apetece mudar.

 
E brinco. Uns dias penteio-me, noutros coloco o condicionador em spray e não faço mais nada. Nalguns uso mousse, noutros a escova. E vou brincando e mimando e confiando que tal como sempre, o que for meu chegará e o que não me for devido se irá.




 A vida é mesmo isto, momentos A, momentos B e uma constante necessidade de adaptação e aceitação. É uma lição que me custa aceitar mas que já aprendi e reconheço mesmo contrariada.



E vocês?

Se quiserem que seja mais especifica ou vos fale sobre algum dos produtos que tirei fotos, digam :)
  

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Meta 2015 : Sorrir durante 1 ano (3ª semana)

Finalmente o bicharoco que ai anda apanhou-me e deitou-me abaixo. Não estou de cama mas ando no mínimo das minhas energias, quase piloto automático a funcionar nas reservas. 

Isso tudo não me invalidou os sorrisos a que me comprometi e os quais espero que façam um click e mudem algo em mim ao longo deste ano. 

Quero mesmo, preciso mesmo de mudar algo profundo em mim. 

Aprender a sorrir, aceitar a ser feliz e sê-lo. 
Simples não é?

Pois eu também acho difícil… mas não é por isso que deixo de tentar 





....e a minha 3ª semana foi assim ;)

Chuac! 
     
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